Eu sei que eu amo você
Porque sei o quanto dói
Em mim esse seu sofrer
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Eu sei que eu amo você Nos comentários do post ao filme “A viúva de St Pierre”, o Martim lembrou oportunamente do papel do Estado no episódio, assinalando que este não compreende que um sujeito pode se recuperar. No filme isto é verdade, porém, o nosso sistema penal acredita sim e trata a pena sobretudo como recuperadora do indivíduo (em tese, pelos princípios que segue), é em face disto que não há no Brasil prisão perpétua, cruéis, nem pena de morte. Infelizmente ao se aplicar a pena prisional no Brasil não raro transformamos meros infratores em verdadeiros monstros, alcançando assim, a pena, o oposto de sua finalidade. É esta a equação que deve ser resolvida: como fazer com que alguém saia de uma prisão brasileira e comece uma vida baseada na esperança, na fé e no amor? Quando soubermos esta resposta, o problema estará resolvido. Modinha é uma canção de Tom e Vinícius. No Brasil não gostam muito de regravação, infelizmente, Modinha é um caso raro de farta regravação principalmente pelas maiores intérpretes da língua. Faltava Olívia Byington gravar essa canção maravilhosa, gravou no seu mais recente CD. Todas as grandes intérpretes já o tinham feito: Eliane Elias, Ná Ozzetti, Alaíde Costa, Zizi Possi, Jane Duboc, Elizeth Cardoso, Nana Caymmi, Elis Regina, Eugénia de Melo e Castro, Maria Bethânia, Vânia Bastos, Mônica Salmaso… A canção, além de bela evidentemente, exibe uma extensão de quase três oitavas, o que mais do que exige, permite ao intérprete demonstrar técnica e emoção, além de ser uma melodia riquíssima para o trabalho de harmonização e arranjo. Como diz a letra, Modinha “semeia emoção”. Evidentemente não devemos desperdiçar nada, nem o que nos sobra mas esse papo de que a água vai acabar não me convence. Vão dizer para o povo do Amazonas e do Pará que a água vai faltar que eles rirão na sua cara, é como o presidente da Rússia que não assinou o Protocolo de Kyoto porque, segundo ele, se a temperatura do mundo subir uns dois graus – como “promete” o Greepeace – seria ótimo para o frio absurdo que sempre fez por lá. Isto é, onde tem água sempre teve, onde não tem sempre faltou. Onde faz frio sempre fez, onde é quente sempre foi. O que passar disto é histeria de ecologista, isto é, de políticos. Como alguém pode ainda acreditar em políticos?!?!? 81 – Se não fosse a inquisição ter mandado para a fogueira a quantidade de bruxas que pôde, essas criaturas abomináveis ainda estariam por aí voando em suas vassouras, assustando as crianças e nos enchendo o saco; - A verdade não existe, o que existe é a minha verdade e a sua verdade… Nesta página (clique aqui) diz o seguinte: O gato genial costumava dizer, “só eu sou um gênio, todos os outros gatos são parvos” Se eu fosse um roteirista de humor, faria algo assim: Câmara se afasta e verifica-se que ele rezava para um monte de notas de dinheiro. Os fumantes não me incomodam, cresci com meu pai fumando e jamais me incomodei tanto com o cheiro nem com a fumaça, mas jamais tive vontade nem de experimentar cigarro algum. Hoje em dia quase ninguém fuma da presença de ninguém porque pode ser linchado. Meu pai, que fumou durante quase 40 anos (ele diz que o primeiro cigarro que fumou foi ele mesmo quem plantou o fumo), parou há quase 20, na hora que quis e hoje é um daqueles que odeia quem fuma. Desconfio que essa perseguição aos fumantes é coisa de ex-fumantes do tempo em que podiam fumar no trabalho, no elevador, no ônibus, conseguiram parar e hoje arrotam direitos. Deveriam se envergonhar. A propósito, meu pai jamais teve doença alguma relacionada ao vício. |
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