RAZÕES 2 (ou NÃO SE DISCUTE COM QUEM AMA)

Deus é amor. Sempre que não temos uma resposta muito boa ou não temos muita certeza, apelamos para Deus. “Quem fez o universo?” “Deus!”, “Por que você continua com aquele canalha?” “Não sei”, muitas respondem quando deveriam responder “Por que o amo”. Deus é amor, repito. Deus é a exceção de muitas regras e o curinga para muitas situações, quase todas. Fazer algo absurdo por amor é apelar para Deus. Amar é fazer dublagem de Deus. Em relação a qualquer coisa que você ame faz com que você aja como se fosse Deus, da criação ao apocalipse.

CORPOVINO

Bebo porque é vinho, se fosse perequita, eu comia.
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Como diz Daniela Abade, minha musa, o mundo não é dos covardes. Então lá vai:

Bebo porque é vinho…
…se fosse Canção eu cantava;
…se fosse Sangue de Boi eu fazia um ensopado;
…se fosse Chapinha eu jogava no lixo;
…se fosse Quinta dos Frades eu visitava;
…se fosse Chateau Duvalier eu morava;
…se fosse Miolo eu usava para fazer isca;
…se fosse Marcus James, mandava ir à merda.
…se fosse Mioranza, well, sei lá que diabéisso…

CONCLUSÃO DA VIAGEM A BH

São os passageiros, a verdadeira comida de avião.

MARXISTA INTELIGENTE E CRISTÃO BURRO

Os marxistas, que são ateus no nascedouro, vivem sob o escudo de vários conceitos do cristianismo. De noções de bondade que não existiriam se não fossem as palavras e ações de Jesus. Às vezes o discurso do marxista até parece que anseia por uma sociedade cristã. Um cristão, porém jamais seria marxista, pois ser marxista é negar a Deus. Deve haver muito cristão que não passa de um marxista inteligente. Deve existir muito marxista que é apenas um cristão burro. O cristianismo nasce da constatação de que a grande vítima era o mais inocente dos seres. A defesa da vítima é, pois, uma atitude cristã por excelência. Todos somos culpados e devemos amar nossos inimigos e rezar por eles, jamais matá-los. O marxismo é, pois, um arremedo de cristianismo. Trata-se do diabo agindo como sempre agiu, macaqueando Deus enquanto elege bodes expiatórios, porque o diabo não sabe agir sem ódio.

O VELÓRIO DO HUMORISTA (conto curto)

No velório do humorista riram muito em sua homenagem. Contaram várias piadas, inclusive muitas delas alusivas ao modo trágico como ele morrera. Houve muita risada porque foi assim que ele viveu, gerando gargalhadas. O morto que a tudo assistia ficou chocado e muito triste pelo modo desrespeitoso e pela falta de pesar que todos demonstraram em seu velório. Só por que ele era humorista todos sorriam?! Daquele forma, ninguém convenceu o morto de que perdiam um amigo. O humorista morto ficou muito triste.

O POVO, ESSE VIL E COVARDE LINCHADOR

O povo adora os métodos eugênicos porque a massa adora um linchamento. Faça uma pesquisa e a maioria concordará com o aborto de bebês “defeituosos”. Eu conheço um fato de mais de um diagnóstico médico errado, nesse sentido. A mãe foi aconselhada por dois médicos a fazer o aborto porque a criança seria doente mental. Um padre convenceu a mãe a não abortar e a criança nasceu perfeita. Deus seja louvado! O argumento do padre: e se seu filho saudável sofrer um acidente automobilístico e ficar doente mental, você vai deixar de amá-lo? Vai abortá-lo também?! A mulher se convenceu e não fez o aborto e Deus a abençoou com uma criança sem mácula. Esse negócio de abortar crianças doentes é um sinal dos nossos tempos. A eugenia começa assim. Os métodos mais cruéis do nazismo começaram assim. Todos os primeiros argumentos do totalitarismo são científicos e razoáveis do ponto de vista da razão humana. Começam admitindo o aborto em “fetos sem cérebro”, em breve, acharão um absurdo alguém nascer com lábio leporino. Começam proibindo o cigarro, em breve acharão um absurdo que alguém coma qualquer proteína animal. Assim caminha a humanidade, porque a animalidade segue muito bem.

ESTE SABOR DE AMAR NINGUÉM ME TOMA

Acrescentei esse subtítulo a este post. Vi essa frase no livro “Invenção de Arnaut e Raimbaut a Dante e Cavalcanti” que é um livro de traduções feita por Augusto de Campos de quatro trovadores provençais. A frase é de um poema de Arnaut Daniel.

DIÁLOGO DE PRATÃO

- Você gosta de carne assada?
- Claro!
- E de palha?
- O quê?
- Palha, você gosta, assada?
- Palhaçada? Que palhaçada é essa, rapaz?!

LÍNGUA NÃO É RELIGIÃO, POR DEUS!

Kda 1 iscrevi comu ké.

LA SOLITUDE

“Sozinho, um homem não é nada… nem corno!!!” (o autor não assinou a frase)