Era a terceira vez que os dois rivais poupavam um ao outro. Pensavam: “Se ele morrer, onde arranjarei rival tão bom?” Amavam-se aqueles dois inimigos, pois somente temiam um ao outro.
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Era a terceira vez que os dois rivais poupavam um ao outro. Pensavam: “Se ele morrer, onde arranjarei rival tão bom?” Amavam-se aqueles dois inimigos, pois somente temiam um ao outro. Pior, Cláudio, e no dia em um estrangeiro idoso sair de um estádio com um adolescente refugiado e entrarem os dois em uma gafieira e forem atacados por um índio petista armado que fala português errado e por um estudante que estava preso, que estatuto prevalecerá, o do Desarmamento, do Estrangeiro, do Idoso, do Índio, da Criança e do Adolescente, do Servidor, do PT, do Refugiado, do Preso, da Cidade, da Regência, da Família, do Torcedor, do Estudante ou o Estatuto da Gafieira? Quando alguém normal quer ler um livro, vai à livraria, compra o livro e lê. Já quem ama os livros, vai à livraria, namora o livro, lê várias partes, volta na semana seguinte, lê mais um pouco e só enttão compra porque achou “realmente estupendo”. Quando chega em casa, coloca-o na estante e jamais o pega tão cedo, como um Dom Juan que, conquistada a presa, vai a procura da próxima. Demasiado humano, como diria o Frederico. Alguém normal é apenas humano, não o é em demasia. O fato é que, quando um livro entra em nossa estante, se junta a outros tantos que já estavam lá e que também ainda não foram lido, então seria injusto com os outros livros, ler o livro novo logo, é bom deixar que o novo morador da estante possa fazer amigos na nova casa, só depois o permita influenciar pessoas. Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou. Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou, Meg voltou. - Qual o nome da primeira bolada que o corrupto recebe para propor aquele projeto? “Obviamente o cristão que reza, não pretende mudar os planos de Deus nem corrigir o que Deus previu; procura, antes, o encontro com o Pai de Jesus Cristo, pedindo-Lhe que esteja presente, com o conforto do seu Espírito, nele e na sua obra. A familiaridade com o Deus pessoal e o abandono à sua vontade impedem a degradação do homem, salvam-no da prisão de doutrinas fanáticas e terroristas. Um comportamento autenticamente religioso evita que o homem se arvore em juiz de Deus, acusando-O de permitir a miséria sem sentir compaixão pelas suas criaturas. Mas, quem pretender lutar contra Deus tomando como ponto de apoio o interesse do homem, sobre quem poderá contar quando a ação humana se demonstrar impotente?” Papa Bento XVI, Deus Caritas Est. Se alguém me chamar de careca (eu sou careca) eu mando ir à merda ou digo que ser calvo é ótimo, pois é um peso a menos para eu carregar, etc. Mas jamais desejarei (e se o desejar, estarei ficando doido) que se deva colocar no Código Penal que chamar alguém de careca seja crime. Se assim o fizesse, eu estaria agindo como os politicamente corretos que depois de muita campanha e organização política conseguiram tipificar criminalmente o ato de chamar um preto de preto e um viado de viado. Sou contra esse tipo de tipificação que faz com que o Estado substitua o indivíduo na coisa mais banal do mundo que é você falar para alguém ir pentear macacos. Você chamar alguém de corno, por exemplo, não deveria ser crime, porém, não sendo crime, se alguém chamar o Maguila de corno, deve esperar que ele responda verbalmente cheio de bom humor com algum gracejo? Há um erro, inclusive entre pessoas muito inteligentes, ao abordar o assunto das charges que é julgar que a briga entre dinamarqueses e muçulmanos é uma briga entre iguais. Os dinamarqueses chamaram alguém de corno achando que era um marquês, mas era o Maguila. É aconselhável que não se chame o Maguila de corno. A defesa da liberdade de expressão ampla, geral e irrestrita é coisa de cristão. A liberdade é um valor cristão porque o perdão e a graça são basilares ao cristianismo (sem o perdão, a liberdade fica difícil). Logo, o que se cobra em muitos foros é que os muçulmanos sejam… Cristãos, Alá, meu bom Alá, será que isto se dará? Pode-se achar o Islã uma religião ridícula e equivocada, porém o diálogo deve ser com os seres humanos inteligentes, honestos e sensatos adeptos dessa religião, não com as feras brutas selvagens que meramente repetem os trechos do Corão. As feras devem ser tratadas apenas com amor e sem argumentos, os seres humanos inteligentes, honestos e sensatos é que podem ser convencidos (inclusive por meio de charges). Se alguém for realmente honesto e estudar o assunto, não fica ateu por muito tempo (e deixando de ser ateu, se torna cristão certamente), porém, para isto, é necessário sair do estágio de fera primeiramente. O intelectual médio do ocidente é francamente ateu (ou agnóstico) e filocomunista e chama de atrasado o muçulmano, como se ele ocidental fosse muito esperto. Essas charges são um exemplo do quanto são espertos, ao chamarem o Maguila de corno. Alá, meu bom Alá. Daqui de onde estou, não sei quem é mais violento e digno de ser trancafiado, se os fiéis de Fidel que escrevem nos jornais ou os muçulmanos que tocam fogo em embaixadas. A diferença é que é possível – e desejável – tipificar a ação dos incendiários. Já uma ação meramente intelectual/artística, por mais violenta que seja, contra ela, como bons cristãos, exerçamos o dom do perdão, mesmo que xinguem nossa mãe. Não façamos coisa feia contra quem nos fez coisa feia. Ah, leiam o Sermão. Mussum, Grande Otelo, Zezé Mota, Milton Gonçalves, Vinícius de Moraes, Toni Tornado, Pelé, Al Johnson, Cartola, Geraldo Pereira, César Miranda, Antônio Pitanga, Benedita da Silva, Delúbio Soares, Jamelão, Dercy Gonçalves, Stevie Wonder, Desmond Tutu, Naomi Campbell, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Zé Dirceu, FHC, Oscar Peterson, Sidnei Poitier, Thelonius Monk, Diana Krall, Countie Basie, Nara Leão, Maomé, Scarlett Johansson, Miles Davis, Michael Jackson, Ataulfo Alves, João Gilberto… É por causa do sapato novo que ele não tem andado bem. Leiam “Deus é Amor“, a primeira Encíclica de Bento XVI. Literatura de altíssimo nível. Foi escrita para a humanidade, não apenas para os católicos. Uma aula sobre Deus, uma aula sobre o Amor. O amor em todas as suas formas, cuja fonte é Jesus Cristo, o Amor que se fez humano. O Amor que nos ama porque nos criou. O Amor que nos ama por isto nos criou. E nos criou porque antes nos desejou criar. E nos cuida porque nos ama. O amor, pois, deseja, ama, cuida, cria, perdoa, é fiel e, o ápice, dá a própria vida para salvar o ser amado. Eros e Ágape caminhando juntos simbolizando o verdadeiro amor, o amor de Deus. |
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